A música sempre foi um lugar seguro para mim. Sou saxofonista e violonista. Na música, a comunicação flui sem exigir leitura social, ironias ou jogos de poder.
Também gosto de desenhar, escrever e lidar com tecnologia. Nessas áreas, minha mente encontra ordem, lógica e previsibilidade.
O hiperfoco não é fuga do mundo. É um jeito de permanecer nele sem adoecer.

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